10 países que esperam o turista sexual nesta temporada

Ao escolher um país de indústria íntima acessível, o turista sexual tem à disposição uma variedade incrível de possibilidades, onde poderá não só relaxar à beira da piscina, visitar lugares interessantes e conhecer as particularidades da mentalidade do país escolhido, mas também desfrutar da companhia de encantadoras beldades, que realizam até os desejos mais secretos do parceiro. E, se esse tipo de descanso de fato interessa ao viajante, vale a pena considerar um dos destinos turísticos com acompanhantes acessíveis selecionados pela nossa redação.

10 países que esperam o turista sexual nesta temporada
10 países que esperam o turista sexual nesta temporada

A dezena de balneários “adultos”

No mapa é possível encontrar inúmeros países onde os prazeres eróticos se revelam pelos ângulos mais inesperados, mas há alguns destinos que agradam aos turistas mais do que os outros:

1. Ucrânia. Se o viajante está limitado financeiramente, mas não pretende abrir mão dos serviços sexuais, uma ótima solução serão as prostitutas de Kiev. As cidades ucranianas são ricas em sexo íntimo econômico, e a capital é a mais aberta nesse quesito — ali trabalham acompanhantes de todas as categorias de preço e especialidades profissionais.

2. Tailândia. É óbvio que nenhuma lista de países com prostitutas pode dispensar as profissionais tailandesas. E isso se justifica, pois aqui há de sobra exotismo inigualável, diversões raras e espetáculos visuais marcantes, que permanecerão por muito tempo na memória dos visitantes.

3. Cuba. Não é à toa que Cuba é chamada de Ilha da Liberdade — os turistas têm liberdade para se divertir com as acompanhantes locais sem olhar para os órgãos da lei. E, se antes do profissionalismo das cubanas desfrutavam apenas americanos abastados, hoje a ilha está ao alcance de apreciadores do mundo todo.

4. Argentina. É mais um balneário latino-americano onde o viajante não ficará sozinho durante as férias — as acompanhantes argentinas abordam os estrangeiros até nas ruas e nas praias. Um exemplo são os serviços sexuais de Merlo, onde beldades atraentes e baratas são encontradas em todos os cantos da cidade.

5. Japão. Se o turista está cansado das prostitutas clássicas e quer olhar para o sexo comercial sob outro ângulo, o Japão é exatamente o que ele precisa. No país funcionam centenas de estabelecimentos únicos, onde o sexo clássico com penetração é substituído por prazeres mais refinados, de modo que não há como se entediar por aqui.

6. México. As estatísticas mostram que milhares de turistas preferem pagar mais caro pela passagem e desfrutar da variedade das prostitutas mexicanas baratas a comprar sexo caro nos países vizinhos. As acompanhantes da Cidade do México, por exemplo, são um exemplo claro de que a indústria íntima pode ser vibrante, variada e exótica, mas, ao mesmo tempo, acessível e barata.

7. Quênia. É um balneário não muito convencional, que se tornou acessível aos turistas há relativamente pouco tempo. Em compensação, os apreciadores do exótico já avaliaram os talentos das beldades locais, que consideram uma honra ter um caso com um viajante estrangeiro. E tudo isso por apenas 5 a 10 dólares a hora, ou até alguns coquetéis numa boate.

8. Alemanha. A precisão e a qualidade alemãs se estendem não só à tecnologia local, mas também às diversões íntimas germânicas. E, embora isso não seja barato, em compensação o nível de atendimento, assim como a confiabilidade e a segurança das acompanhantes, vale cada centavo gasto.

9. Índia. A indústria íntima indiana é justamente o caso em que há mais oportunidades e opções agradáveis para as turistas do que para os turistas. Pois até os jovens indianos não envolvidos na prostituição estão dispostos a atender as senhoras estrangeiras de graça. Já para os homens, o país tem aldeias específicas, cujas moradoras se especializam na prestação de serviços íntimos.

10. República Tcheca. Na Europa também há países que tratam a prostituição com tolerância. A República Tcheca, por exemplo, não só legalizou as acompanhantes, como abriu o primeiro museu de gadgets sexuais do mundo. E sobre os bordéis gratuitos locais já correm lendas mundo afora, pois, em troca de um quarto e de uma parceira, esses estabelecimentos exigem do cliente apenas a permissão de filmagem.